AVALIAÇÃO DO PROGRAMA E AUTOAVALIAÇÃO
GESTAR II
FORMADORA: Virgínia Macedo de Souza Silva
MUNICÍPIO: João Pessoa/PB
AVALIAÇÃO
PONTOS POSITIVOS
O GESTAR II é um programa que nos levou a uma reflexão quanto à nossa prática pedagógica, pois os objetivos internalizados concernentes à educação foram “mexidos” a ponto de reconhecermos que nossas estratégias e procedimentos didáticos ainda estavam na era do bonde – creio que você nem sabe que tipo de transporte era esse – mas é do tempo da nossa (lembre-se de que estou usando o plural de modéstia, você não está incluída) infância (já faz bastante tempo), enquanto o mundo está na era digital, e a tecnologia avança de maneira assustadora. Enfim, tivemos que correr atrás para não ficarmos como meros expectadores das transformações ocorridas no mundo globalizado, e este programa nos deu as ferramentas necessárias para uma mudança de atitude. Podemos então falar de uma prática antes e pós GESTAR.
Esse despertar ocasionado a partir do GESTAR II foi altamente útil para a nossa vida profissional e também pessoal, pois as teorias estudadas, a partir da bibliografia sugerida ao final de cada unidade, ocasionaram uma tomada de atitude proativa que resultou não apenas na melhoria da qualidade dos processos de ensino e de aprendizagem, mas na melhoria da qualidade de vida, uma vez que aprendemos a priorizar o que é realmente importante para o nosso crescimento enquanto seres holísticos.
O ponto chave do programa foi o incentivo à leitura que se constituiu verdadeiramente em um dos fatores decisivos para esse crescimento, já que a leitura é imprescindível em qualquer tipo de investigação científica e serve para o aprofundamento dos estudos e para a aquisição da cultura em geral. E acreditando no poder da leitura, partimos para despertar em nossos cursistas o interesse por ela, e eles, por sua vez, procuraram despertar o mesmo interesse em seus alunos. O efeito dominó começou a surtir resultados positivos.
Conforme afirmou o filósofo francês Foucault (1979), todo discurso resulta de um “já dito”; Backtin, também filósofo, (1981) acrescenta que o sujeito discursivo é constituído por diferentes vozes, as quais se originam de diferentes espaços sociais e de diferentes discursos; por sua vez, Authier-Revuz (1990) diz que essa heterogeneidade pode ser constitutiva – presença de diferentes vozes implícita, não mostrada, na voz do sujeito, e pode ser mostrada – presença de diferentes vozes, marcada na voz do sujeito. Logo, o ato de ler é o veículo primordial à construção de sujeitos autores, já que o nosso texto (oral ou escrito) é o resultado da interação cultural, das situações sociocomunicativas, do conhecimento prévio e dos conhecimentos adquiridos.
O material do GESTAR – os TP, livros de teoria e prática-, as orientações sistemáticas a partir do 2º encontro de formação, a motivação despertada pelo programa, o interesse por uma educação de qualidade, o sonho da melhoria do ensino no nosso Município e o interesse dos nossos cursistas, cuja única motivação foi o desejo de aprimorar os processos de ensino e de aprendizagem, tudo nos aparelhou para o incremento da nova metodologia proposta pelo programa.
Enfim, colocamos em prática a proposta metodológica do GESTAR II e temos alguns resultados positivos: os cursistas se organizaram e estão com um grupo de estudo para continuarem revendo os TP; os seus alunos tiveram uma melhora razoável, dentro do pequeno tempo em que o projeto foi realizado; seus textos estão seguindo um direcionamento a partir de procedimentos didáticos eficazes.
O estudo dos gêneros textuais foi uma ferramenta importantíssima nesse processo, pois a partir do seu estudo sistemático os alunos começaram a compreender os segredos de uma boa redação. Tornaram-se mais participativos, conforme relato dos cursistas, mais interessados em expressarem suas ideias; deixaram os temores iniciais antes da aplicação do programa quando eram solicitados a escrever.
O GESTAR possibilitou a aplicação de procedimentos didáticos nas atividades de leitura e produção de textos, o que antes era feito sem direcionamento; agora, os cursistas já sabem como iniciar um novo assunto, já sabem quais estratégias usar para que seus alunos sejam sujeitos e não apenas objetos nos processos de ensino e de aprendizagem.
PONTOS FALHOS
Contudo, o GESTAR, como o próprio nome sugere, é a gestação de uma nova metodologia, e como toda gestação tem prazo para um resultado, concluímos que o tempo em que o programa se processou não foi suficiente para os resultados esperados.
O início do programa aconteceu com a nossa capacitação em Lagoa Seca no dia 20 de abril de 2009. Vários pontos do programa não foram esclarecidos durante aquela primeira semana, deixando-nos cheios de dúvida quanto a sua aplicação; não tivemos um acompanhamento efetivo via e-mail a fim de que nossos relatórios e blog fossem avaliados.
A Secretaria de Educação do Estado da Paraíba, na pessoa da nossa coordenadora, nos convocou para uma reunião inicial que aconteceu entre os dias 1 a 4 de junho(seleção das escolas, fichas de inscrição, correspondência, pauta da reunião etc), portanto, quase dois meses após o nosso “treinamento”. Nesse primeiro encontro, selecionamos as escolas cujo IDEB estava abaixo de 3.o; telefonamos para todos os gestores e os convidamos para uma apresentação do programa, que aconteceu naquela mesma semana, no dia 05 de junho.
Procuramos, ao apresentar o programa, mobilizar os gestores para que eles incentivassem seus professores, já que a Secretaria não iria oferecer nenhuma ajuda financeira para eles e a programação do curso acarretaria despesas para esses professores, pois teriam que se deslocar de suas casas, pagar do próprio bolso o transporte e o almoço, uma vez que as aulas seriam quinzenais e com carga horária de 8 horas.
A partir desse primeiro contato, marcamos uma apresentação do programa para os cursistas interessados, o que aconteceu no dia 08 de junho. Neste dia, participaram 25 professores. Mas, no dia 13/06, quando demos início a oficina introdutória, apenas 17 se fizeram presentes.
Acreditamos que pela falta de incentivo financeiro, pelas múltiplas atividades dos professores, que geralmente trabalham em mais de uma escola, dos 17 cursistas apenas concluímos os estudos com 12. Além dessas dificuldades, acredito que as oficinas foram mais direcionadas a teoria, uma vez que na nossa avaliação os professores mostraram-se desconhecedores de teorias importantes para a aplicação do programa. Então, aceleramos o ritmo, sugerimos leituras extras, emprestamos nossos livros, solicitamos atividades de resumo das leituras; além da leitura dos TP, enfim, exageramos.
Outro ponto falho foi com relação ao tempo mesmo, pois tínhamos que estar “por dentro” dos assuntos dos 6 livros (TP) e de seus cadernos de atividades; tínhamos que compreender o programa na prática; conscientizar os cursistas da necessidade de aplicarem o programa e isso demandou muito tempo.
As resistências dos cursistas foram muitas e as desculpas mais ainda. Apesar de enviar com antecedência os resumos das unidades e informar as atividades que seriam desenvolvidas no encontro, a maioria deles não lia o resumo, nem o livro. Por isso, enviei e-mail a todos eles revisando as atividades exigidas pelo programa, conforme anexos no portfólio.
Outra resistência que atrapalhou bastante foi a dificuldade em marcar a nossa ida às escolas, o que fizemos com muito esforço. A orientação do registro das atividades desenvolvidas feitas pelo programa também foi outro problema, pois os professores não tinham o costume de registrar os projetos que desenvolviam, por isso esta última semana está sendo uma correria para visitar as escolas e cooperar com os projetos.
Outro fator negativo do programa foi a falta de apoio administrativo do GESTAR. Agora, ao final do curso, informaram-nos que ainda não estávamos vinculados ao programa; a bolsa não foi repassada, conforme anunciado no início do projeto. Tivemos muitas despesas: a compra dos livros sugeridos pelos TP, dos materiais didáticos para dinamizar os encontros, transporte, combustível, enfim, despesas necessárias. Podemos viver de sonhos – cremos que se não fossem nossos sonhos já teríamos desistido deste oficio, mas não podemos viver de vento. Por isso, acreditamos que os últimos encontros foram realizados mais pelo dever do que pelo prazer de quando iniciamos o projeto.
Conforme dissemos anteriormente, o programa exige um tempo para que tudo aquilo que foi abordado nos encontros seja internalizado e venha a frutificar; o programa lançou a semente, ela foi regada pelos formadores, agora, resta-nos aguardar a frutificação dela nos cursistas, e a colheita entre os alunos, o que certamente acontecerá no próximo ano quando os cursistas, com calma e sem cobranças, aplicarão a nova metodologia sistematicamente. Para tanto, comprometemo-nos de estar acompanhando as atividades das cursistas (só ficaram as mulheres, os homens sumiram) em suas salas de aula, independente de exigência ou não do programa, pois entendemos a necessidade de cada uma e não podemos deixá-las órfãs no momento em que certamente precisarão de apoio.
João Pessoa, 23 de novembro de 2009.
Profª. Virgínia Macedo
Este blog está a serviço da educação, da religião, e daqueles que são sensíveis e que amam a poesia, e a vida como ela é. "Porventura, não é este o jejum que escolhi: [...]que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desabrigados,e, se vires o nu, o cubras, e não te escondas do teu semelhante? Então romperá a tua luz como a alva, a tua cura brotará sem detença, a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do Senhor será a tua retaguarda..." (Isaías 58:6-8)
Pesquisar este blog
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
TP2 – GRAMÁTICA: seus vários sentidos e a frase e a sua organização
– unidades 5 e 6 – 21/11
Este encontro de hoje foi um misto de ansiedade e de saudade uma vez que o programa está na sua fase final.
Iniciamos as atividades a partir do acompanhamento dos projetos em curso. Em um segundo momento, iniciamos o estudo do TP2 a partir da leitura reflexiva do texto de Rubem Alves “Educar o olhar”. As cursistas puderam expressar toda a emoção que afluiu durante as reflexões, pois o texto trata da necessidade de olharmos nossos alunos como seres holísticos.
A partir disto, aplicamos uma dinâmica através da qual as cursistas identificaram um conceito adequado a cada um dos três tipos de gramática: interna, descritiva e normativa.
Uma das cursistas mostrou-se resistente quando discutimos a afirmação da página 33 que diz: “hoje, seu papel (da gramática normativa) deve ser reduzido no ensino escolar: tem lugar quando o objetivo é o desenvolvimento da capacidade do aluno para usar a língua em situações de formalidade, que exigem a língua padrão”. A cursista disse não concordar com essa afirmação, pois, segundo a mesma, o ensino da gramática normativa é muito importante já que o contexto histórico mostra que suas regras são necessárias a todo tipo de texto. Enfim, a discussão esticou-se mostrando que este tipo de ensino ficou internalizado e somente a longo prazo as novas ideias serão absorvidas.
Foram realizadas as atividades do TP2 das páginas 37 e 38, a atividade 14 da página 65 e 66. Essas atividades minoraram a dificuldade de compreensão dos três tipos de gramática. Sugerimos as atividades do AAA2 referentes às aulas 1, 2 e 3.
Hoje, encerremos antes da hora marcada, uma vez que as dependências da escola seriam fechadas para organização do concurso vestibular de amanhã.
As cursistas ofereceram um lanche e marcamos o nosso próximo encontro para concluirmos o TP2, as duas últimas unidades, no dia 05 de dezembro.
Encerramos os encontros com a certeza da tarefa cumprida; vimos todos os TPs de forma sistemática, trabalhamos na análise das sugestões dadas nos AAAs, realizamos as oficinas e estamos nas salas de aula durante toda esta semana que antecede ao nosso terceiro encontro com os formadores da UNB.
– unidades 5 e 6 – 21/11
Este encontro de hoje foi um misto de ansiedade e de saudade uma vez que o programa está na sua fase final.
Iniciamos as atividades a partir do acompanhamento dos projetos em curso. Em um segundo momento, iniciamos o estudo do TP2 a partir da leitura reflexiva do texto de Rubem Alves “Educar o olhar”. As cursistas puderam expressar toda a emoção que afluiu durante as reflexões, pois o texto trata da necessidade de olharmos nossos alunos como seres holísticos.
A partir disto, aplicamos uma dinâmica através da qual as cursistas identificaram um conceito adequado a cada um dos três tipos de gramática: interna, descritiva e normativa.
Uma das cursistas mostrou-se resistente quando discutimos a afirmação da página 33 que diz: “hoje, seu papel (da gramática normativa) deve ser reduzido no ensino escolar: tem lugar quando o objetivo é o desenvolvimento da capacidade do aluno para usar a língua em situações de formalidade, que exigem a língua padrão”. A cursista disse não concordar com essa afirmação, pois, segundo a mesma, o ensino da gramática normativa é muito importante já que o contexto histórico mostra que suas regras são necessárias a todo tipo de texto. Enfim, a discussão esticou-se mostrando que este tipo de ensino ficou internalizado e somente a longo prazo as novas ideias serão absorvidas.
Foram realizadas as atividades do TP2 das páginas 37 e 38, a atividade 14 da página 65 e 66. Essas atividades minoraram a dificuldade de compreensão dos três tipos de gramática. Sugerimos as atividades do AAA2 referentes às aulas 1, 2 e 3.
Hoje, encerremos antes da hora marcada, uma vez que as dependências da escola seriam fechadas para organização do concurso vestibular de amanhã.
As cursistas ofereceram um lanche e marcamos o nosso próximo encontro para concluirmos o TP2, as duas últimas unidades, no dia 05 de dezembro.
Encerramos os encontros com a certeza da tarefa cumprida; vimos todos os TPs de forma sistemática, trabalhamos na análise das sugestões dadas nos AAAs, realizamos as oficinas e estamos nas salas de aula durante toda esta semana que antecede ao nosso terceiro encontro com os formadores da UNB.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
INTERTEXTUALIDADE
TP1 - INTERTEXTUALIDADE - unidades 3 e 4 - 07/11
O encontro do dia 07/11 iniciou com um resumo dos assuntos da reunião anterior pelas cursistas, quando fizeram algumas considerações sobre as suas práticas em sala de aula.
"Estratégias de leitura" é o título do slid, enviado pela professora Adriana da UNB, que deu início a unidade 3 do TP1. A partir do qual trabalhamos o conceito de texto apresentado nesse TP e os pactos de leitura. Foram realizadas as tarefas das páginas 126 e 127 do AAA1.
A Intertextualidade foi trabalhada a partir de paródias do texto de Gonçalves Dias "Canção do exílio". Trabalhamos, em seguida, a diferença entre paráfrase e paródia, e as características do pastiche; além dos processos intertextuais pontuais: a citação, a epígrafe, a referência e a alusão.
As discussões foram bastante proveitosas já que os assuntos dessas unidades vêm sendo trabalhados ao longo do curso.
Encerramos as atividades desse dia discutindo os projetos das cursistas.
O encontro do dia 07/11 iniciou com um resumo dos assuntos da reunião anterior pelas cursistas, quando fizeram algumas considerações sobre as suas práticas em sala de aula.
"Estratégias de leitura" é o título do slid, enviado pela professora Adriana da UNB, que deu início a unidade 3 do TP1. A partir do qual trabalhamos o conceito de texto apresentado nesse TP e os pactos de leitura. Foram realizadas as tarefas das páginas 126 e 127 do AAA1.
A Intertextualidade foi trabalhada a partir de paródias do texto de Gonçalves Dias "Canção do exílio". Trabalhamos, em seguida, a diferença entre paráfrase e paródia, e as características do pastiche; além dos processos intertextuais pontuais: a citação, a epígrafe, a referência e a alusão.
As discussões foram bastante proveitosas já que os assuntos dessas unidades vêm sendo trabalhados ao longo do curso.
Encerramos as atividades desse dia discutindo os projetos das cursistas.
VARIANTES LINGUÍSTICAS
TP1 - VARIANTES LINGUÍSTICAS - UNIDADES 1 E 2 - 24/10
Nosso encontro aconteceu no dia 24/10. Iniciamos, como é de costume, com uma revisão dos assuntos anteriormente estudados e com a apresentação dos resultados dos trabalhos realizados pelas cursistas com seus alunos.
Para dar início às atividades do TP1 - unidade 1, trabalhamos o texto em quadrinhos "Chico Bento - o orador da turma". A partir de então, estudamos a diferença entre dialetos e registros; as interrelações entre Língua e Cultura..; trabalhamos o quadro apresentado no TP1: as variantes em grau de formalismo segundo Bowen.
Na segunda unidade, trabalhamos as características da norma culta, da linguagem literária, da língua oral e escrita. Realizamos as atividades do AAA1, unidade 2, aula 5.
No segundo momento do nosso encontro, discutimos os temas dos projetos das cursistas; fizemos a leitura do projeto "Leitura e escrita" das cursistas da Escola Argentina Pereira Gomes, fazendo algumas observações para que as mesmas procedessem ao processo de reescritura do projeto.
Concertamos com as cursistas que durante as semanas que antecedem o próximo encontro elas deverão enviar por e-mail os projetos para que possamos dar uma orientação.
Nosso encontro aconteceu no dia 24/10. Iniciamos, como é de costume, com uma revisão dos assuntos anteriormente estudados e com a apresentação dos resultados dos trabalhos realizados pelas cursistas com seus alunos.
Para dar início às atividades do TP1 - unidade 1, trabalhamos o texto em quadrinhos "Chico Bento - o orador da turma". A partir de então, estudamos a diferença entre dialetos e registros; as interrelações entre Língua e Cultura..; trabalhamos o quadro apresentado no TP1: as variantes em grau de formalismo segundo Bowen.
Na segunda unidade, trabalhamos as características da norma culta, da linguagem literária, da língua oral e escrita. Realizamos as atividades do AAA1, unidade 2, aula 5.
No segundo momento do nosso encontro, discutimos os temas dos projetos das cursistas; fizemos a leitura do projeto "Leitura e escrita" das cursistas da Escola Argentina Pereira Gomes, fazendo algumas observações para que as mesmas procedessem ao processo de reescritura do projeto.
Concertamos com as cursistas que durante as semanas que antecedem o próximo encontro elas deverão enviar por e-mail os projetos para que possamos dar uma orientação.
O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL
TP6 - O PROCESSO DE PRODUÇÃO TEXTUAL - UNIDADES 23 E 24 - 10/10
O nosso encontro aconteceu no dia 10 de outubro. Iniciamos com uma revisão da aula anterior, discutindo sobre os tipos de argumentos; planejamento de um texto e as estratégias (brainstorming, a produção de anotações, resumos, parágrafos iniciais etc).
Iniciamos o estudo da revisão e edição de textos a partir da leitura dos textos elaborados pelas cursistas. Cada cursista pôde ler em voz alta um texto de outra cursista visando o distanciamento entre o autor e seu texto.
As questões da página 123 do TP6 foram respondidas em grupo com relação aos textos lidos. A partir desse procedimento, houve um momento de reflexão sobre os parâmetros de avaliação e ações necessárias ao desenvolvimento da etapa da revisão. Em seguida, analisamos o quadro da página 156 do TP6, que apresenta uma lista de verificação para editoria, e discutimos as reflexões, nessa mesma página, sobre a lista, e passamos a realizar as tarefas da unidade 23, aula 7 que trata do processo de produção textual.
O segundo turno deste encontro foi iniciado com a leitura do texto "A cidade encantada de Jericoacoara" do AAA6, página 109, a fim de refletirmos sobre a importância da literatura para adolescentes.
Dando prosseguimento, dividimos a turma em dois grupos, tendo um grupo escolhido algumas obras literárias de acordo com a faixa etária e nível de escolaridade dos alunos, e outro a elaboração das estratégias a serem trabalhadas em sala.
Encerramos o encontro com a apresentação dos temas que as cursistas trabalharão em seus projetos.
O nosso encontro aconteceu no dia 10 de outubro. Iniciamos com uma revisão da aula anterior, discutindo sobre os tipos de argumentos; planejamento de um texto e as estratégias (brainstorming, a produção de anotações, resumos, parágrafos iniciais etc).
Iniciamos o estudo da revisão e edição de textos a partir da leitura dos textos elaborados pelas cursistas. Cada cursista pôde ler em voz alta um texto de outra cursista visando o distanciamento entre o autor e seu texto.
As questões da página 123 do TP6 foram respondidas em grupo com relação aos textos lidos. A partir desse procedimento, houve um momento de reflexão sobre os parâmetros de avaliação e ações necessárias ao desenvolvimento da etapa da revisão. Em seguida, analisamos o quadro da página 156 do TP6, que apresenta uma lista de verificação para editoria, e discutimos as reflexões, nessa mesma página, sobre a lista, e passamos a realizar as tarefas da unidade 23, aula 7 que trata do processo de produção textual.
O segundo turno deste encontro foi iniciado com a leitura do texto "A cidade encantada de Jericoacoara" do AAA6, página 109, a fim de refletirmos sobre a importância da literatura para adolescentes.
Dando prosseguimento, dividimos a turma em dois grupos, tendo um grupo escolhido algumas obras literárias de acordo com a faixa etária e nível de escolaridade dos alunos, e outro a elaboração das estratégias a serem trabalhadas em sala.
Encerramos o encontro com a apresentação dos temas que as cursistas trabalharão em seus projetos.
terça-feira, 29 de setembro de 2009
ARGUMENTAÇÃO E LINGUAGEM - TP6
RELATÓRIO TP6 – ARGUMENTAÇÃO
Iniciamos o encontro do dia 26/09/2009 com uma revisão do TP5. Passamos dois slids, “O frango atravessou a estrada” e “Ditados populares”, a partir destes, revisamos os conceitos de Estilística, e iniciamos o estudo da Argumentação; principalmente a argumentação da(na) linguagem não-verbal. Revisamos também as relações lógicas do(no) texto a partir do texto humorístico “Bem-vindo ao Rio” elaborado com linguagem verbal e não-verbal.
Após essa revisão, iniciamos o estudo da Argumentação e linguagem, cujo resumo foi, com antecedência, repassado por e-mail às cursistas o que possibilitou uma ótima discussão sobre o assunto. Discutimos um pouco da teoria abordada por Koch no 1º capítulo do livro Argumentação e Linguagem.
Em seguida, realizamos as atividades do AAA6, na página 20, cujo texto em quadrinhos possibilitou o estudo dos tipos dos recursos argumentativos, como também a coerência textual.
Trabalhamos, em seguida, as atividades 20 e 21 do TP6, através das quais, discutimos os tipos de argumentos, e os defeitos dos argumentos.
A partir dessas atividades, iniciamos um trabalho de planejamento com as cursistas para realização das aulas com seus alunos. Demos algumas sugestões para o trabalho de elaboração textual que enfatizasse o tipo argumentativo, usando para tanto alguns destes tipos de argumentos estudados:
· ARGUMENTO DE AUTORIDADE;
· ARGUMENTOS BASEADOS NO SENSO COMUM, OU NO CONSENSO;
· ARGUMENTOS BASEADOS EM PROVAS CONCRETAS;
· ARGUMENTAÇÃO POR ILUSTRAÇÃO;
· ARGUMENTAÇÃO POR EXEMPLO e
· ARGUMENTOS POR RACIOCÍNIO LÓGICO.
Ainda lembramos às cursistas a importância da metodologia aplicada às aulas e os procedimentos didáticos para que o estudante possa desenvolver suas habilidades com eficácia.
Neste encontro, discutimos também sobre os temas dos projetos que terão início em outubro e que será apresentado 1 projeto por escola.
Iniciamos o encontro do dia 26/09/2009 com uma revisão do TP5. Passamos dois slids, “O frango atravessou a estrada” e “Ditados populares”, a partir destes, revisamos os conceitos de Estilística, e iniciamos o estudo da Argumentação; principalmente a argumentação da(na) linguagem não-verbal. Revisamos também as relações lógicas do(no) texto a partir do texto humorístico “Bem-vindo ao Rio” elaborado com linguagem verbal e não-verbal.
Após essa revisão, iniciamos o estudo da Argumentação e linguagem, cujo resumo foi, com antecedência, repassado por e-mail às cursistas o que possibilitou uma ótima discussão sobre o assunto. Discutimos um pouco da teoria abordada por Koch no 1º capítulo do livro Argumentação e Linguagem.
Em seguida, realizamos as atividades do AAA6, na página 20, cujo texto em quadrinhos possibilitou o estudo dos tipos dos recursos argumentativos, como também a coerência textual.
Trabalhamos, em seguida, as atividades 20 e 21 do TP6, através das quais, discutimos os tipos de argumentos, e os defeitos dos argumentos.
A partir dessas atividades, iniciamos um trabalho de planejamento com as cursistas para realização das aulas com seus alunos. Demos algumas sugestões para o trabalho de elaboração textual que enfatizasse o tipo argumentativo, usando para tanto alguns destes tipos de argumentos estudados:
· ARGUMENTO DE AUTORIDADE;
· ARGUMENTOS BASEADOS NO SENSO COMUM, OU NO CONSENSO;
· ARGUMENTOS BASEADOS EM PROVAS CONCRETAS;
· ARGUMENTAÇÃO POR ILUSTRAÇÃO;
· ARGUMENTAÇÃO POR EXEMPLO e
· ARGUMENTOS POR RACIOCÍNIO LÓGICO.
Ainda lembramos às cursistas a importância da metodologia aplicada às aulas e os procedimentos didáticos para que o estudante possa desenvolver suas habilidades com eficácia.
Neste encontro, discutimos também sobre os temas dos projetos que terão início em outubro e que será apresentado 1 projeto por escola.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
TP5 - UNIDADES 19 E 20
COESÃO TEXTUAL (19) E A LÓGICA DO(NO) TEXTO (20)
As atividades desta última reunião da 1ª etapa foram bastante proveitosas. As cursistas marcaram encontro em suas escolas para coleta de material trabalhado com seus alunos e para aplicação da prova a fim de proceder a diagnose.
Enviamos antecipadamente para as cursistas um resumo dos tipos de coesão textual, segundo Igendore, e algumas das relações lógicas, dentre elas trabalhamos os pressupostos, a dêixes, a anáfora e a ambiguidade. A coesão foi discutida no período da manhã juntamente com a formadora Laurinda, e as relações lógicas na parte da tarde.
Iniciamos a atividade com a leitura do texto "Bilhete complicado", de Marcos Dias, através do qual pudemos compreender a relação de interação entre os interlocutores.
Em seguida, apresentamos um objeto e a partir dele, as cursistas puderam elaborar um texto de gênero híbrido (bilhete e anúncio publicitário), utilizando linguagem verbal e não-verbal.
Trabalhamos atambém o texto "Outra do preguiçoso", cujo exercício enfatizou o uso da anáfora.
A partir das atividades sugeridas pelo TP5, trabalhamos os demais tipos de relação lógica, conforme explicitado acima.
As teorias discutidas foram embasadas no próprio TP5 e em alguns autores, como: Rodolfo Ilari (Introdução à semântica), Heronildes Maurílio (Significação e contexto) e Eunice Trevisan (Leitura: coerência e conhecimento prévio).
Encerramos nossas atividades com uma confraternização com direito a torta, salgadinhos, refrigerantes, e o sorteio de uma linda langerie.
Marcamos nossa próxima reunião (19/09) logo após a segunda fase da nossa formação com os professores da UNB.
As atividades desta última reunião da 1ª etapa foram bastante proveitosas. As cursistas marcaram encontro em suas escolas para coleta de material trabalhado com seus alunos e para aplicação da prova a fim de proceder a diagnose.
Enviamos antecipadamente para as cursistas um resumo dos tipos de coesão textual, segundo Igendore, e algumas das relações lógicas, dentre elas trabalhamos os pressupostos, a dêixes, a anáfora e a ambiguidade. A coesão foi discutida no período da manhã juntamente com a formadora Laurinda, e as relações lógicas na parte da tarde.
Iniciamos a atividade com a leitura do texto "Bilhete complicado", de Marcos Dias, através do qual pudemos compreender a relação de interação entre os interlocutores.
Em seguida, apresentamos um objeto e a partir dele, as cursistas puderam elaborar um texto de gênero híbrido (bilhete e anúncio publicitário), utilizando linguagem verbal e não-verbal.
Trabalhamos atambém o texto "Outra do preguiçoso", cujo exercício enfatizou o uso da anáfora.
A partir das atividades sugeridas pelo TP5, trabalhamos os demais tipos de relação lógica, conforme explicitado acima.
As teorias discutidas foram embasadas no próprio TP5 e em alguns autores, como: Rodolfo Ilari (Introdução à semântica), Heronildes Maurílio (Significação e contexto) e Eunice Trevisan (Leitura: coerência e conhecimento prévio).
Encerramos nossas atividades com uma confraternização com direito a torta, salgadinhos, refrigerantes, e o sorteio de uma linda langerie.
Marcamos nossa próxima reunião (19/09) logo após a segunda fase da nossa formação com os professores da UNB.
Assinar:
Postagens (Atom)
"O SEGREDO É NÃO CORRER ATRÁS DAS BORBOLETAS... É CUIDAR DO JARDIM PARA QUE ELAS VENHAM ATÉ VOCÊ" (
Sorrir ainda é a melhor estratégia: devemos estar sempre com um sorriso nos lábios para contagiar nossos cursistas.
LEITURA OBRIGATÓRIA
- - A Bíblia Sagrada
- - O livro didático de Português: múltiplos olhares, org. por Dionísio e Bezerra
- - O corcunda de Notre Dame, de Victor Hugo;
- - O Nome da Rosa
- -Estética da Criação Verbal, de Mikhail Bakhtin;
- - Gêneros orais e escritos na escola, org. por Schneuwly e Dolz;
- - Foucault e Pêcheux na análise do discurso - diálogos e duelos, de Mária do Rosário Gregolin;
- - Novas Tendências em Análise do Discurso, de Dominique Maingueneau;
- - Alfabetização e Letramento, de Magda Soares;
- - Hipertextos E_gêneros_Digitais, org. por Marcuschi e Xavier;
- - Leitura: múltiplos olhares, org. por Carvalho e Lima;
- - Teologia Sistemática, de Charles Hodge;
FILMES INTERESSANTES
- O Ilusionista
- Quem quer ser um milionário?
- Em nome de Deus
- As adagas voadoras
- Os narradores de Javé
- O leitor
- entre outros....
- Quem quer ser um milionário?
- Em nome de Deus
- As adagas voadoras
- Os narradores de Javé
- O leitor
- entre outros....
Sequência didática para o estudo com gêneros textuais segundo Schneuwly (2004).
1º - O PROFESSOR FAZ A APRESENTAÇÃO DA SITUAÇÃO:
1-Qual é o gênero que será abordado?
2-A quem se dirige a produção?
3-Que forma assumirá a produção?
4-Quem participará da produção?
2º O ALUNO É INCENTIVADO A PRODUZIR SEU TEXTO
PRODUÇÃO INICIAL
3º MÓDULOS (aqui o professor vai, juntamente com os alunos, trabalhar as dificuldades encontradas pelos alunos no momento da produção; podem ser vários módulos)
1-O gênero escolhido está de acordo com a finalidade?
2-O texto é coerente e coeso?
3-Os meios de linguagem são eficazes para o gênero escolhido?
4º Após o processo de reescritura, o aluno estará pronto para a sua produção final.
PRODUÇÃO FINAL
RENÚNCIA
A CRUZ
